poema

Cotidiano

Os carros passam
acelerados,
se jogam ao destino,
inusitado…

Os carros voam
desesperados,
se perdem no caminho
num lugar,
equivocado…

Os carros param
sem paciência,
aguardam,
que atravessamos
seu domínio,
por excelência…

As ruas movimentam-se
sem se mexer,
Há um fluxo
humano,
desejoso por sol
calor, e prazer…

As ruas se movimentam
sem ao menos,
perceber
Pessoas correndo,
em busca do ganha pão,
na luta por sobreviver…

Nas ruas,
os carros, as motos
as pessoas,
Tudo se mistura
afinal,
vivemos num mundo
conectado,
que por si só
nos faz todos iguais,
mesmo vivendo
e, tendo
diferentes ideais….

Paulo Alfuns

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