poema

Em busca de um nome…

Correu o homem
na memória,
Foi buscar seu nome
na história
Visitou um passado
de laços complexos
e enebriantes,
Escolheu uma recordação,
por si só,
menos extenuante…

Ao chegar
ao antigo palácio
de reis alados,
viu que seu nome,
estava lançado,
num ritual sagrado

Nem Circe, nem as sereias
poderiam libertá-lo,
seu feitiço,
era próprio… por si mesmo
fora picado…
Num piscar de olhos,
correu daquele sufoco,
acordou meio tonto
quando percebeu
o entorno…

Nem chifres,
nem guias o detinham,
estava em mãos maiores,
que não sabia,
mas que tinham
nas palmas,
sua vida, sua valentia…

Paulo Alfuns

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