poema

Sou podre, mas, sou feliz!

Encontrei
teu nome na esquina
Vinha com licença poética,
me come, me fascina…

Não adianta
negar,
Quem me lê
talvez não entenda
mas racho
o bico,
quando escrevo escrotices
pra te deixar
horrorizado,
e com mais vontade
de me trepar…

Não tenho nada
além da pretensão,
tua energia
gasta em mim
uma satisfação,
teu veneno
eu transformo
em rimas,
em qualquer situação…

Continue assim
que está do jeito
que eu gosto,
Vou brincando
de diabo,
e tu sabe
que vai perder
a aposta…

Minha alma dissoluta
caminha e expulsa,
todos os demônios
que você me mandou
e continuo,
me alimentando
do ar envenenado,
que o vento agraciado
em meu vulto,
assoprou…

Paulo Alfuns

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s